Suas principais consequências

Posted in Uncategorized on agosto 9, 2010 by aborto20

As complicações do aborto variam de acordo com o método empregado. Mas as principais conseqüências são:

° Inflamação do endométrio pós-aborto, infecção uterina secundária.

° Perfuração do Útero.

° Hemorragias uterinas.

° Evacuação incompleta da cavidade uterina. Necessidade de prolongar a sucção e de fazer uma curetagem imediata.

° Extração total do útero.

° Laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores.

° Perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas trompas.

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Pílula RU-486

Conhecida como “pílula do dia seguinte”, é uma pílula abortiva empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Age matando de fome o diminuto bebê, privando-o de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.

Mediante Prostaglandinas

Esta droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à metade da gravidez e nas últimas etapas deste. Sua principal “complicação” é que o bebê às vezes sai vivo. Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas foram usadas com a RU- 486 para aumentar a “vigor” destas.

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Dilatação e Curetagem

Na curetagem é feita a dilatação do colo do útero e com uma cureta (instrumento de aço semelhante a uma colher) é feita a raspagem suave do revestimento uterino do embrião, da placenta e das membranas que envolvem o embrião. A curetagem pode ser realizada durante o segundo e terceiro trimestre da gestação o bebê é já grande demais para ser arrancado por sucção. A curetagem é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método está se tornando o mais usual. Este tipo de aborto é muito perigoso, por que pode ocorrer perfuramento da parede uterina, tendo sangramento abundante. Outro fator importante é que se pode tirar muito tecido, causando a esterilidade.

Drogas e Plantas

Existem muitas substâncias que quando tomadas causam o aborto. Algumas são tóxicos inorgânicos, como arsênio, antimônio, chumbo, cobre, ferro, fósforo e vários ácidos e sais. As plantas são: absinto (losna, abuteia, alecrim, algodaro, arruba, cipómil – homens, esperradura e várias ervas amargas). Todas estas substâncias têm de ser tomadas em grande quantidade para que ocorra o aborto. O risco de abortar é tão grande como o de morrer, ou quase.

Alguns tipos de abortos provocados mais realizados

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Sucção ou aspiração

O aborto por sucção pode ser feito até a 12ª semana após o último período menstrual. Este aborto pode ser feito com anestesia local ou geral. Com a local a paciente toma uma injeção intramuscular de algum analgésico. Já na mesa de operação faz um exame para determinar o tamanho e a posição do útero. Se for anestesia geral, toma-se uma hora antes da operação uma injeção intramuscular de Thionembutal. Inicia então uma infusão intravenosa. O Thionembutal adormece o paciente e um anestésico geral por inalação como o Óxido de Nitroso é administrado através de uma máscara. A partir daí o procedimento é o mesmo da anestesia geral e local. Insere-se no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção despedaça o corpo do bebê que está se desenvolvendo, assim como a placenta e absorve o bebê, depositando-o depois em um balde. O abortista introduz logo uma pinça para extrair o crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção. Algumas vezes as partes menores do corpo do bebê podem ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma.

Aborto espontâneo

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Existem dois tipos de aborto espontâneo: o aborto iminente e o inevitável. O aborto iminente é uma ameaça de aborto. A mulher tem um leve sangramento seguido de dores nas costas e outras parecidas com as cólicas menstruais. O aborto inevitável é quando se tem a dilatação do útero para expulsão do conteúdo seguido de fortes dores e hemorragia. O aborto inevitável é dividido em três tipos: o incompleto que é quando ocorre depois da saída dos coágulos a saída restante do conteúdo e o aborto preso, que é quando o ovo morre, mas não é expelido.

A causa do aborto espontâneo no primeiro trimestre mais comum é uma anormalidade cromossômica no feto. As maiorias das irregularidades cromossômicas são resultado de um óvulo ou um espermatozóide defeituoso. Essas anormalidades são mais comuns em mulheres acima dos 35 anos, por isso, essas mulheres sofrem um maior risco de terem um aborto espontâneo quando engravidam, cerca de 70% dos casos. O aborto espontâneo durante o segundo trimestre deve-se a problemas externos como: incontinência do colo uterino, má formação uterina, insuficiência de desenvolvimento uterino, fibroma, infecções do embrião e de seus anexos. Um estudo realizado revelou que mulheres que fumam, consumem álcool ou drogas correm um grande risco e mulheres com infecções vaginais têm 5 vezes mais chances de terem um aborto espontâneo. É possível que um aborto espontâneo ocorra sem sangramento nem dor.


Os possíveis sintomas de um aborto espontâneo incluem:

° Sangramento vaginal. A quantidade de sangue pode variar de algumas gotas a um fluxo abundante. O sangramento pode começar sem aviso e às vezes começa com uma tonalidade marrom.

° Dor de cólica.

° Perda de líquidos pela vagina, sem sangue e sem dor. Isto pode significar que as membranas se romperam.

° Se houver perda de materiais sólidos pela vagina, conserve para mostrar ao seu médico para que ele examine.

° Algumas mulheres sentem dor como a de um parto.

A visão médica e suas definições

Posted in Uncategorized on agosto 9, 2010 by aborto20


Um aborto espontâneo é devido a uma ocorrência acidental ou natural. A maioria dos abortamentos espontâneos são causados por uma incorreta replicação dos cromossomos e por fatores ambientais. Também por ser denominado aborto involuntário ou casual. Um aborto provocado é causado por uma ação humana determinada. Também é denominado aborto voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. Esse ainda pode ser subdividido em:

Aborto terapêutico: aborto provocado para salvar a vida da gestante; para preservar a saúde física ou mental da mulher; para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas apropriados que seriam fatais ou associados com doenças graves; para reduzir seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade de riscos associados a gravidezes múltiplas.

Aborto eletivo: aborto provocado por qualquer outra motivação.

O aborto ainda pode ser caracterizado pela quantidade de tempo de duração da gestante, podendo ser definido em: aborto subclinico que acontece antes de quatro semanas de gestação; aborto precoce entre quatro e doze semanas; e aborto tardio após doze semanas.

Analisando…

Posted in Uncategorized on agosto 9, 2010 by aborto20

O aborto em alguns lugares é visto como uma atitude incoerente, irresponsável, talvez até mais do que a geração de um filho indesejado. Ainda a quem o trate como um assassinato, porque quer queira ou não, essa ação é a interrupção de uma vida mesmo sendo indesejada na maioria dos casos. No entanto o aborto nem sempre é desejado, ele pode ser tanto provocado quanto espontâneo. Além disso, ele sendo provocado, pode ter sido feito ou por uma ação médica ou qualquer outra motivação. A situação da gestante deve estar favorável a sua gravidez para justamente num ocorrer uma perda do bebê por motivos que podem ser evitados, como o regulamento das atividades, alimentação e emocional da gestante.


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